Conforme relatado em agosto, 18 policiais indianos prenderam um homem supostamente envolvido na promoção do Bitconnect, um esquema ponzi que entrou em colapso em janeiro deste ano.

Diveysh Djari, morava em Suran, trabalhou na sede da empresa como promotora. Ele foi preso no aeroporto de Delhi, após uma denúncia dos serviços locais de imigração.

De acordo com o Departamento de Investigação Criminal de Gujarat, a empresa havia recebido mais de US$3 bilhões de cidadãos indianos antes de fechar. BitConnect era muito popular na Índia devido à abundância, que em novembro de 2017 o Primeiro Ministro Narenda Modi fez o equivalente a US$215 milhões em rúpias inválidas como uma tática para combater uma evasão fiscal. Os bitizens preocupados com suas cédulas buscavam formas alternativas de guardar seu dinheiro.

Ashish Bhatia, diretor geral da polícia, explica:

“A empresa estava registrada no Reino Unido e tinha um escritório em Surat. Eles lançaram suas próprias moedas de bitconnect logo após a desmonetização. Eles promoveram a empresa nas mídias sociais e realizaram eventos de gala em cidades do mundo todo. Eles atraíram investidores com 60% de juros mensais e incentivos na forma de “juros de referência”.

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