Turkoin, a chamada “criptomoeda nacional” da Turquia, acabou se tornando um exemplo de esquema Ponzi. Os fundadores da empresa chamada Hipper teriam fugido do país com 100 milhões de liras turcas coletadas de 10 mil pessoas. Isso equivale a cerca de US$21 milhões.

Em outubro de 2017, quando a venda de tokens Turcoin começou, a empresa de criptomoeda turca “nacional” começou a entregar carros luxuosos aos primeiros adotantes e a fazer festas de gala para celebridades turcas. A estratégia era chamar a atenção das pessoas e vender o produto como uma verdadeira moeda nacional, mesmo que o governo nunca o reconhecesse.

Cada novo participante traria mais receita para a pessoa que o inscreveu. A empresa parou de pagar dividendos no início de junho, levando muitos membros a ligar para seu centro em Istambul, mas ninguém respondeu. Além disso, o crescimento havia parado e as pessoas começaram a ficar desconfiadas há duas semanas.

Muhammed Satıroğlu, dono de 49% da Hipper, afirma que ele “era apenas um mediador”, e que Hipper “nem sequer tem um único dólar no banco. Todo o dinheiro foi para a companhia de Sadun Kaya em Chipre.”

Sadun Kaya, o outro sócio que detém uma participação de 51 por cento em Hipper, disse à agência de notícias turca Hürriyet que não “fugiu com o dinheiro” e que “devolverá todo o dinheiro aos membros se as autoridades desbloquearem minhas contas bancárias”.

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